Escrevo das flores,
Pra falar das borboletas,
Fragrâncias das mais inebriantes,
Flagrantes da cópula incessante,
Que é a natureza.
Falo de borboleta,
Dobradiça das portas que tu quiser abrir,
Entrar e sair,
Cardume,
Que num abre e fecha incessante,
Cruzam o céu, espelho do mar que é,
Pra te deixar adentrá-lo.
Escrevo e falo,
Das flores, da cópula,
Do entra e sai das borboletas,
Fragrância de cópula,
Escrevo á falo, que a nudez é,
Vestimenta da natureza,
E o minimalismo é borboleta,
Dobradiça da porta que tu quer abrir.
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Esses versos perdidos poderiam fazer parte de algum livrinho, com capa cheia de flores, borboletas e uma moça e seu guarda-chuva.
Achei muito bonito, muito diferente do que estou acostumada a ler vindo de você. Parece todos os versos são dotados de tons suaves, toque aveludado, com palavras tranqüilizadoras. Como se você fosse ler antes de dormir, ao som de Mariee Sioux, sabe? Hahahahaha, viajo nada, né?!
Mas devem ser as borboletas, as flores e essas fragrâncias doces, que se sente só de ler…
‘Escrevo a falo’
AGORA EU LEMBREI!
uaheuaheuaheuaheae, você já tinha me mostrado esse poema. lembrei de você me explicando esse verso, hahahaha.
HahahAH. A Tainah é muito inocente e juvenil.
Você não me engana como à Tainah, Senhor Geuço! Eu saquei tu-di-nho. E achei esse poema beeeeeeeemmmm sacana, ok? Onde já se viu?
“Escrevo das flores,
Pra falar das borboletas”
é o que o senhor diz.
mas poderia dizer: escrvo das borboletas pra falar de sacanagem, sacanagem DA BOOOOOUAAAA, AÊ! (em carioquês)
abração!