Versos Perdidos: “Planeamento”
13Dez08
Desato o ponto, desponto um fato:
Cismo. Engendro o que há de vir,
Vou sóbrio e sobre o cimo, pondero o que advirá.
Desabo por um momento, desato em resignação.
Dá-se o cisma. Valho-me do ensejo
Pelo desejo do ócio.
Não posso. Reergo-me indócil,
Recomeço o processo:
Reflito-me ao espelho. Meu reflexo
Desvencilha-se afoito.
Desacato-o opondo-me ao ato,
Encilho-o, cada raio luminoso que o compõe,
Num plexo. Encaro-o nos olhos.
Ele revida perplexo. Não é meu.
Deixo-o então.
Aflito, emparelho-me ao espelho:
Reverbero-me em transparência.
Desponto na senda agora,
Vôo sóbrio, compondo-a.
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Gosto mais daqui, digo de novo! E não por ser mais pessoal, como deduzira, mas por poder formular uma história na cabeça. Isso não convém a essa poema, né.
Um jogo de palavras, sem começo sem fim, um ligado ao outro.
Gostei, beesha mia!
E espelhos são um problema… Sempre foram.
Beijo grande!
Amo você, bunda mole (e obesa qqq)!
amei negão, já tinha lido esse, mas muito bom.
o último fiquei com preguiça, é muito longo.
hauahauhauahauhaua
te amooo.